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O Oceano da Teosofia, Capítulo II

Princípios Gerais

 

William Q. Judge

 


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Tradução de "The Ocean of Theosophy",
de William Q. Judge, The Theosophy
Company, Los Angeles, Califórnia, EUA,
1987, 172 pp. Primeira edição, 1893. Notas
dos tradutores estarão  marcadas com “(NT)” .
 As notas que não têm sua autoria
expressamente indicada são de William Judge.

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Os ensinamentos da Teosofia lidam no momento atual prioritariamente com a nossa Terra, embora seu campo de visão se estenda a todos os mundos, já que nenhuma parte do universo manifestado se encontra fora da  área de ação do corpo único de leis que atuam sobre nós.
 
Pertencendo ao sistema solar, nosso globo certamente está conectado a Vênus, Júpiter e outros planetas;   mas como a grande família humana tem que permanecer com o seu veículo material – a Terra – até que todas as unidades da raça que estão prontas sejam aperfeiçoadas[1], a evolução dessa família é da maior importância para os seus membros. Algumas particularidades a respeito de outros planetas serão dadas mais tarde. Primeiro, veremos em linhas gerais as leis que governam todos eles.
 
O universo evolui de algo desconhecido que nenhum homem ou consciência, por mais elevada que seja, pode investigar. Ele evolui em sete planos, ou em sete modos e métodos, em todos os mundos, e essa diferenciação sétupla faz com que todos os mundos do universo, e por conseguinte todos os seus seres, tenham uma constituição setenária. Como foi ensinado antigamente, os pequenos e grandes mundos são cópias do todo, e tanto o inseto mais diminuto  como o ser mais desenvolvido são réplicas, em pequena ou grande escala, do vasto original que  tudo abrange. Daí veio a máxima “assim em cima como embaixo”, que os filósofos herméticos usavam.
 
As divisões do universo setenário podem ser descritas de maneira rudimentar como: o Absoluto, o Espírito, a Mente, a Matéria, a Vontade, o Akasha ou  Éter e a Vida. Em lugar de “Absoluto”,  podemos usar a palavra “Espaço”. Porque o Espaço é aquilo que sempre é, e é nele que toda  manifestação deve acontecer. O termo Akasha, vindo do sânscrito, é utilizado no lugar de Éter porque as línguas ocidentais não desenvolveram ainda uma palavra apropriada para designar aquele tênue estado da matéria que tem sido chamado algumas vezes de Éter pelos cientistas modernos. Quanto ao Absoluto, nada podemos fazer além de dizer ELE É. Nenhum dos grandes professores da Escola atribui qualidades ao Absoluto, embora todas as qualidades existam Nele. Nosso conhecimento começa com a diferenciação, e todos os objetos, energias ou  seres manifestados são apenas diferenciações do Grande Desconhecido. O máximo que pode ser dito é que o Absoluto periodicamente se diferencia, e periodicamente recolhe de novo o diferenciado para dentro de si.
 
A primeira diferenciação – falando metafisicamente em relação ao tempo – é o Espírito, com o qual aparecem a Matéria e a Mente. O Akasha é produzido a partir da Matéria e do Espírito. A Vontade é a força do Espírito em ação e a Vida é a resultante da ação do Akasha, movimentado pelo Espírito, sobre a Matéria.
 
Mas a Matéria mencionada aqui não é aquela vulgarmente conhecida como tal. É a Matéria real, que é sempre invisível e chamada algumas vezes de Matéria Primordial. No sistema Bramânico, é denominada Mulaprakriti.  O ensinamento antigo sempre sustentou, tal como a Ciência de hoje reconhece, que nós vemos ou percebemos apenas os fenômenos mas não a natureza, o corpo ou o ser essencial da matéria.
 
A Mente é a parte inteligente do Cosmos, e no conjunto das sete diferenciações esquematicamente esboçadas acima, a Mente é aquele nível no qual o plano do Cosmos é fixado ou guardado. Esse plano é trazido de um período anterior de manifestação, que contribuiu para seu aperfeiçoamento sempre crescente, e nenhum limite pode ser fixado às possibilidades evolutivas do aperfeiçoamento cósmico. Porque nunca houve um começo para as manifestações periódicas do Absoluto, e nunca haverá um fim, mas o sair e o retornar ao Desconhecido continuarão.
 
Onde quer que um mundo ou sistema de mundos esteja evoluindo, lá o plano foi traçado na mente universal; a força original vem do espírito, a base é a matéria – que é de fato invisível –;  a Vida sustenta todas as formas que requerem vida,  e o Akasha é o elo de ligação entre a matéria de um lado,  e o espírito-mente, do outro.
 
Quando um mundo ou um sistema chega ao fim de certos grandes ciclos, os homens registram um cataclismo na sua história ou tradição. Essas tradições são numerosas; entre os Judeus com seu dilúvio, entre os Babilônios com as suas inundações, nos papiros egípcios e na cosmologia Hindu; e nenhuma delas é meramente confirmatória da pequena tradição judaica, mas todas apontam para os ensinamentos primordiais e também para as vagas recordações das periódicas destruições e renovações. A história hebraica não é mais do que um pequeno fragmento arrancado do Templo da Verdade. Assim como há cataclismos periódicos menores ou destruições parciais, assim  também, sustenta a doutrina, há a evolução e a involução universal. Eternamente o Grande Sopro sai e retorna novamente. Quando ele se dirige para fora, objetos, mundos e seres humanos aparecem; à medida que ele se recolhe,  tudo desaparece na sua fonte original.
 
Esse é o despertar e o adormecer do Grande Ser; o Dia e a Noite de Brahma; o protótipo de nossos dias acordados e de nossas noites de sono como seres  humanos, de nossa saída de cena ao final de uma pequena vida humana, e de nosso retorno, para novamente retomar o trabalho inacabado em uma outra vida, em um novo dia.
 
A verdadeira idade do mundo há muito tem sido cercada de dúvidas pelos investigadores ocidentais, que têm até o momento demonstrado uma  forte resistência a colher informações dos registros dos povos orientais, muito mais antigos do que o Ocidente. Ainda assim, é com os orientais que está a verdade nesse assunto. Admite-se que a civilização egípcia floresceu muitos séculos atrás, e como na atualidade não há mais escolas egípcias de ensinamento antigo que possam ofender o orgulho moderno, e talvez porque os judeus “tenham vindo do Egito” para vincular o progresso moderno à mal compreendida tradição mosaica,  as inscrições gravadas em pedra e os escritos em papiros obtêm hoje um pouco mais de crédito do que o pensamento e os registros vivos  dos hindus. Porque estes ainda vivem entre nós, e não se poderia admitir que uma raça pobre e dominada[2] possua um conhecimento a respeito da idade do homem e do seu mundo, a respeito do qual a fina flor da cultura, da guerra e dominação ocidentais nada sabe. Desde que os ignorantes teólogos e monges da Ásia Menor e da Europa conseguiram impor o relato mosaico da gênese da Terra e do homem à evolução ocidental nascente, até os mais ilustrados de nossos homens de ciência têm demonstrado medo de questionar os anos que se passaram desde Adão, ou têm distorcido o pensamento e a percepção toda vez que seus olhos se voltam  para qualquer cronologia diferente daquela das poucas tribos dos filhos de Jacó. Mesmo a nobre, antiga e silenciosa pirâmide de Gisé, vigiada pela Esfinge e Memnon feitos de pedra, tem sido degradada por Piazzi Smyth e outros e transformada em uma prova de que a polegada britânica deve prevalecer como unidade de medida, e que um “Domingo Continental” contesta a lei do Altíssimo. Mesmo assim, no relato mosaico, onde se poderia esperar encontrar  referência a alguma prova como a pirâmide, não descobrimos sequer uma pista; apenas o registro da construção, pelo Rei Salomão, de um templo do qual nunca se encontrou um traço.
 
Mas o teosofista sabe por que a tradição hebraica tornou-se aparentemente um empecilho para a mente Ocidental. Ele conhece a conexão entre judeus e egípcios, o que é, e o que virá a ser, a ressurreição dos antigos construtores de pirâmides do vale do Nilo, e onde os planos daqueles antigos mestres pedreiros construtores foram escondidos dos olhares profanos, até que o ciclo  passasse e novamente eles pudessem aparecer. Os judeus preservaram apenas uma parte do ensinamento do Egito, escondido nas palavras do livro de Moisés, e ele ainda permanece lá até hoje, no que se chama de significado cabalístico ou oculto das escrituras.  Mas as almas egípcias que ajudaram a planejar a pirâmide de Gisé, que participaram do governo, da teologia, da ciência e da civilização egípcias, abandonaram a sua antiga raça; esta feneceu e os antigos egípcios retomaram seu trabalho nas raças emergentes do Ocidente, especialmente naquelas que agora estão repovoando os continentes americanos. Quando o Egito e a Índia eram mais jovens havia um constante intercâmbio entre eles. Ambos, na opinião do teosofista, pensavam igual, mas o destino quis que dos dois, apenas os hindus preservassem as antigas idéias entre os seres vivos.  Desta forma, daqui para a frente tomarei dos registros Bramânicos do Hindustão a doutrina sobre os dias, noites e anos de vida de Brahma, que representa o universo e seus mundos.
 
A doutrina começa derrubando a interpretação feita desde há muito tempo da tradição mosaica, mas concorda plenamente com o relato, evidente no Gênesis, a respeito de outras “criações” anteriores; aceita a explicação cabalística dos versículos do Antigo Testamento sobre os reis de Edom[3], que ali representam períodos de evolução anteriores ao período iniciado com Adão. A doutrina concorda com a crença sustentada por alguns dos antigos Padres Cristãos,  que falavam aos seus confrades sobre maravilhosos mundos e criações anteriores.
 
Diz-se que um dia de Brahma dura mil anos, e que sua Noite tem essa mesma duração. Na Bíblia cristã há um versículo dizendo que para o Senhor um dia é como mil anos, e que mil anos são como um dia. Isso tem sido comumente utilizado para engrandecer o poder de Jeová, mas tem uma sugestiva semelhança com a antiga doutrina da duração do dia e da noite de Brahma. Teria mais valor se fosse interpretado como uma afirmação sobre o surgimento periódico de grandes noites e dias de igual duração, no universo de mundos manifestados.
 
Um dia dos mortais é calculado pelo sol, e não tem mais do que doze horas de duração. Em Mercúrio o  dia seria diferente, e em Saturno ou Urano, mais ainda. Mas um dia de Brahma é constituído do que se chama Manvantaras – ou períodos entre dois homens[4]. São catorze manvantaras no total.  Estes incluem quatro bilhões, trezentos e vinte milhões de anos mortais ou terrestres,  que constituem um dia de Brahma.
 
Quando esse dia começa, a evolução cósmica, no que toca a este sistema solar, começa e passa de um a dois bilhões de anos evoluindo dentro da matéria etérea primordial, antes que os reinos astrais mineral, vegetal, animal e humano tornem-se possíveis. Esse segundo passo demora cerca de trezentos milhões de anos, e então, os processos materiais avançam ainda mais para que ocorra a produção dos reinos tangíveis da natureza, incluindo o homem. Isso cobre um e meio bilhão de anos. E o número de anos solares incluídos no “atual” período humano é maior do que dezoito milhões de anos.
 
Isso é exatamente o que Herbert Spencer chama de aparecimento gradual do conhecido e heterogêneo,  a partir do desconhecido e do homogêneo. Pois os antigos teosofistas egípcios e hindus nunca admitiram uma criação vinda do nada, mas sempre insistiram com vigor na evolução, em etapas graduais, do heterogêneo e do diferenciado a partir do homogêneo e do indiferenciado. Nenhuma mente pode compreender o absoluto infinito e desconhecido, que é, não tem nem começo nem terá fim; que tanto é primeiro como último, porque, tanto diferenciado como recolhido dentro de si mesmo, ele sempre é. Esse é o Deus, citado na bíblia cristã, como aquele cuja tenda é cercada pela escuridão.
 
Essa cronologia cósmica e humana dos hindus é motivo de riso entre os orientalistas do Ocidente, embora eles não possam fornecer nada melhor em troca e estejam constantemente em desacordo uns com os outros, a respeito do mesmo assunto. Na tradução feita por Wilson do “Vishnu Purana”, ele chama tudo isso de ficção baseada em nada e de bravatas infantis. Mas os Maçons,  que permanecem quietos até aqui, deveriam saber melhor. Na história da construção do Templo de Salomão com material heterogêneo trazido de todos os cantos do mundo – uma construção feita sem que o barulho de uma ferramenta fosse ouvido – eles poderiam reconhecer  a confirmação das idéias de seus irmãos egípcios e hindus. Porque o Templo de Salomão significa o homem, cuja estrutura é construída, finalizada e decorada sem o menor barulho. Mas os materiais tiveram que ser encontrados, reunidos e modelados em outros e distantes lugares. Eles estão nos períodos descritos acima, muito silenciosos e muito distantes. O homem não poderia ter seu templo vivo para ser habitado até que toda a matéria, ao redor e dentro do seu mundo, tivesse sido encontrada pelo Mestre, que é o homem interno. Quando encontrada, os planos para trabalhá-la tiveram que ser detalhados. Depois tiveram que ser executados em suas diferentes particularidades até que todas as partes estivessem perfeitamente prontas e ajustadas para serem colocadas na estrutura final. Assim, no vasto período de tempo que começou depois que a matéria quase intangível foi reunida e misturada, os reinos vegetal e material tomaram posse de sua Terra aqui com o Mestre – o homem – que foi ocultado do alcance da visão e levou adiante os planos para a fundação do templo humano. Tudo isso requer muitas e muitas eras, pois sabemos que a natureza não dá saltos.  Quando o trabalho mais grosseiro estava completo, quando o templo humano estava erguido, muitas outras eras foram necessárias para que todos os servos, sacerdotes e conselheiros aprendessem adequadamente seus papéis, de forma que o homem, o Mestre, pudesse utilizar o templo para seus melhores e mais elevados propósitos.
 
A doutrina antiga é muito mais nobre do que a da religião cristã ou a da escola puramente científica. A religião tem uma teoria que entra em conflito com a razão e o fato, enquanto a ciência não consegue dar, para os fatos que observa, nenhuma razão que seja de alguma forma nobre ou elevada. Apenas a Teosofia, incluindo todos os sistemas e toda a experiência, guarda a chave, o plano, a doutrina, a verdade.
 
A idade real do mundo é descrita  pela Teosofia como sendo quase incalculável,  e a do homem, como hoje é formado, é de mais de dezoito milhões de anos. Aquilo que veio a se transformar em ser humano é de idade ainda muito maior, por que antes que os dois sexos aparecessem a criatura humana era em algumas ocasiões de uma forma , algumas vezes de outra, até que todo o plano fosse plenamente desenvolvido na nossa atual forma, função e capacidade. Encontra-se referência a isso nos antigos livros, escritos para os profanos, onde dizia-se que o homem certa vez havia tido uma forma globular.   Isso foi numa época quando as condições favoreciam tal forma e é claro, foi há muito mais tempo do que dezoito milhões de anos. E quando essa forma globular era a regra os sexos, tal como os conhecemos hoje, ainda não tinham se diferenciado, de maneira que havia apenas um sexo, ou se preferirem, não havia sexo algum.
 
Durante todas essas eras, antes que nosso ser humano viesse a existir, a evolução estava desenvolvendo um trabalho de aperfeiçoamento de vários poderes, que estão agora em nossa posse. Isso foi conseguido pelo eu superior, ou homem real, ao viver experiências em incontáveis contextos materiais,  todos diferentes uns dos outros, e o mesmo plano geral era e é seguido, no tocante à evolução geral do universo a que me referi anteriormente. Isto é, os detalhes foram desenvolvidos inicialmente em esferas de matéria muito etérea, metafísica na  verdade. Então o passo seguinte fez os mesmos detalhes serem produzidos num plano de matéria um pouco mais denso, até que finalmente pudesse ser executado em nosso plano atual,  o qual nós erradamente chamamos de matéria grosseira. Nesses estados anteriores os sentidos existiam em germe, digamos,  ou como idéia, até que fosse alçançado o plano astral que é vizinho a este nosso; e então eles foram concentrados de maneira a se tornarem de fato os sentidos atuais, que agora utilizamos através da função dos diferentes órgãos externos. Os órgãos externos da visão, do tato, da audição e do paladar são frequentemente considerados, pelos leigos ou desavisados, como  sentidos e órgãos reais;  mas aquele que se detém para pensar deve perceber que os sentidos são interiores,  e que seus órgãos externos são apenas mediadores entre o universo visível e o real observador interno. E com todos esses vários poderes e potencialidades sendo bem produzidos  nesse processo lento mas seguro, finalmente o homem é colocado em cena como um ser setenário,  assim como o universo e a própria Terra são setenários.
 
Cada um dos seus sete princípios é derivado de uma das primeiras sete grandes divisões, e cada um se relaciona a um planeta ou cenário da evolução, e à raça na qual aquela evolução foi desenvolvida. Assim, é importante ter em mente essa primeira diferenciação sétupla, já que esta é a base de tudo o que se segue. Assim como a evolução do universo é setenária, a evolução da humanidade, sétupla na sua constituição, é desenvolvida em uma Terra também setenária. Isso é conhecido na literatura teosófica como a Cadeia Planetária Setenária, e está intimamente conectado com a evolução específica do ser humano. 
 
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Final do Capítulo II. 
 
[Veja o Capítulo III desta obra neste website.]
 
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Notas:

[1] Raça – o conceito teosófico de  “raça” não depende apenas da cor da pele, mas diz respeito também às características psicológicas e espirituais dos povos. O conceito foi deturpado no século 20 por ideologias baseadas no ódio. A Teosofia parte da premissa de que todos os seres humanos são irmãos entre si, independentemente de cor da pele, casta social, religião preferida, riqueza material ou ideologia política.  Nesse parágrafo, William Judge se refere à família ou  raça humana em geral, incluindo pessoas de qualquer cor de pele. O aperfeiçoamento de que ele fala é espiritual, emocional e psicológico. (NT)
[2] Quando esse livro foi escrito, a  Ìndia era uma colônia da Inglaterra. (NT)
[3]  Gênesis, 36: 31-32. (NT)
[4] Isto é, entre duas humanidades.  Mais precisamente, o Manvantara corresponde ao período de “uma humanidade”, de um tipo humano, de um período evolucionário que se desenvolve entre uma humanidade anterior e outra humanidade posterior. (NT) 
 

 


 
 

  


 

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